Machos de todo o mundo, rejubilem-se. Hoje é aniversário de Chuck Norris, o homem que sabe o último número do Pi e é responsável pela extinção dos dinassauros, porque os bichos o olharam feio uma vez. E foi só uma vez. Sim, o mestre em artes marciais e artista de cinema e TV completa 70 anos neste 10 de março e é praticamente uma lenda da internet, graças aos seus “fatos”, paródias inspiradas em seus personagens da telona, todos machos solitários que arrebentavam a cara de quem ousasse cruzar seu caminho de forma errada.
Em homenagem a esse grande ídolo, nascido Carlos Ray Norris, aqui vão dez detalhes de sua vida para lhe inspirar e mudar a sua:
1) Ele era franzino e apanhava na escola: além de ser um aluno medíocre e fraco, Carlos era a vítima dos seus colegas, especialmente graças ao fato de ser filho de uma americano com uma índia Cherokee.
Isso fez com que ele buscasse se fortalecer e se dedicar às artes marciais. Quero ver algum ex-colega falar algo hoje.
2) Na Força aérea, descobriu as artes marciais: depois que se alistou como Air Policeman (polícia aérea), Norris foi mandado para uma base na Coréia do Sul e lá teve contato com tangsudo, arte marcial tradicional do país.
Ou seja, você pode ficar preso no seu mundo ou pode descobrir coisas interessantes onde você está. E depois usá-las para amedrontar os outros.
3) Ele só tinha um objetivo, a faixa preta: desde sua experiência na Coréia, Chuck colocou na cabeça que deveria se especializar em qualquer arte marcial que lhe interessasse e ir até o fim com a prática.
É por isso que hoje ele é faixa preta de décimo grau em tangsudo, oitavo grau em Tae Kwon Do e em Jiu jitsu brasileiro. Pense bem, qual objetivo que você levou até o fim?
4) Apesar de saber lutar, ele não vê sentido em brigas: é fato corrente que em uma ocasião, Chuck Norris estava em um bar e um cliente entrou colocou a mão em seu ombro e disse “você está no meu lugar, saia já”.
Norris obedeceu e quando o cliente sentou e viu quem era disse “você poderia ter arrebentado minha cara” e o artista simplesmente replicou: “e qual seria o sentido nisso?”.
São amigos até hoje. É melhor ter uma fama que o proceda e não precisar prová-la para ninguém.

























