7 anos de guerra no Iraque (70 fotos)

Confiram uma impressionante galeria com 70 fotos do que se passa nesses 7 anos de guerra no Iraque.






































































Confiram uma impressionante galeria com 70 fotos do que se passa nesses 7 anos de guerra no Iraque.





































































NÃO SOMOS SELVAGENS NÃO PRECISAMOS DE NENHUM LIDER DIZENDO OQUE FAZER!
alias…essa questao da bandeira…em cada casa,filme,e estabelecimentos norte americanos há uma bandeira dos Estados unidos..isso se chama ORGULHO!orgulho do proprio pais,da propria nação…
não digo que nos estados unidos nao haja gente ruim,bandidos,assassinos,pobres e etc..isso há em qualquer lugar!…porem eles tentam melhorar a situação em vez de fica perdendo tempo com merdas tipo dejavu,rebolation(parangolé),dança do créu…
E se vc pensa assim champs…da uma olhada nas fotos dos norte americanos que vagam pela net,e de outros paises…e depois da uma olhada nas do brasil….voce acha que eles são o diabo e tals….maioria dos programas brasileiros sao copiados dos e.u.a
bbb,programa do jo,lar doce lar(do caldeirao do ruck)entre outros
nao gostar de gays,e outras coisas…isso eh racismo??
bem,de certo modo sim…
porem cabe a voce gostar ou nao,se uma pessoa nao gosta,isso cabe a ela,eh sua personalidade,sao seus principios…
impor ás pessoas que homosexualismo eh normal…isso eh ditadura..(querer impor um pensamento)cabe a mim decidir o que eu penso e o que faço
não estou dizendo que sou nazista…
mas pegue e analise algum caso parecido com isso…
Fulano nao gosta de gays,dai voce pensa”ah num sei oque,seu grosso,preconceituoso,racista…
voce nao respeito o que os outros escolhem para fazer da vida…”
se voce esta julgando esta pessoa por ela nao gostar de gays..voce esta sendo preconceituoso em respeito aos pensamentos dessa pessoa(do mesmo modo que o gay tem o direito de escolher ser gay,uma pessoa tem tambem o direito de nao gostar de gays)
e voce esta sendo preconceituoso em relação aos norte americanos..
sabe dexa queto….
“o pior castigo que se da á uma pessoa burra,eh a deixa-la desse jeito…continuando burra)
pois a inteligencia eh um presente a aqueles que merecem…
Não tenho o minimo de orgulho de ser Brasileiro pois antes disso sou humano então se um dia algum presidente idiota me convocar pra ir em alguma guerra tirar a vida de outro humano ele vai receber um bom e velho Foda-se…só porque eu rejeitei de ir pra uma guerra eu preciso ser preso como um animal?uma das leis que você ta defendendo tão bem ai…
pra termeinar EUA= LIXO =D
“Não tenho o minimo de orgulho de ser Brasileiro pois antes disso sou humano”
não ligar para a injustiça imposta aos outros…isso eh ser humano??
assiste um jornal de vez em quando…se informa…
e são as leis que impedem que outra pessoa chegue e meta um tiro no meio da sua testa…
quando os nazistas queriam se impor para o mundo…invadindo paises…massacrando judeus,negros e gays…(impor uma ditadura severa)
justo o que os terroristas fazem no iraque…
voce acha que ninguem deveria interferir…???
se os estados unidos estiverem mentindo,usando a guerra como desculpa para outro objetivo maior…procure descobrir isto primeiro antes de achar o mundo um saco,as leis sao isso,aquilo,blablabla…
se mata entao champs…
![]()
eh exatamente esse pensamento de nao ligar para o que acontece em seu pais,que faz com que as pessoas nao tenham orgulho de seu prorpio pais…
cresce mlk..
vai TENTAR aprender um pouco de filosofia,raciocinar uma vez na vida..
E ao contrario de vc TENHO ORGULHO DE SER BRASILEIRO, imdependente de como ele é ou está.
Aprende a dar valor nas coisas simpres, olhe pra Serra Leoa, queria morar la??? Intão aprenda a refleitir estando no lugar de quem vc critica.
I’L BRAZIL!
e sim, concordo com o que o Allex disse, eles tem orgulho de serem americanos, afinal o país deles não é movido pela corrupção, ou por um presidente IDIOTA que sempre diz “não sei de nada, não vi” e que faz CAMPANHA para uma DOIDA VARRIDA entrar no seu lugar, antes mesmo da campanha ser permitida, sim o LULA FAZ/FEZ/CONTINUARÁ FAZENDO isso para a DILMA, e quem paga as multas do filhodaputa?! você, seus pais, os pais do allex, o allex, os meus pais, e todo brasileiro que vive aqui… afinal, estamos aqui pra isso… pagar a conta dos governantes idiotas que NÓS (nem todos, mas infelizmente a maioria) elege/elegeu…
![]()
Preciso comentar?
Sobre isso: “não digo que nos estados unidos nao haja gente ruim,bandidos,assassinos,POBRES”
R: Se vc for em países da África, onde não tem nem agua pra beber, tbm haverá gente ruim, bandidos, assassinos, POBRES(claro). Não é questão de lugar, é questão de que: todos nós somos humanos, e temos livre-arbítrio, por isso, sempre houve, há, e sempre haverá merda acontecendo por causa do ser humano… Mas a lei ta ai pra tentar amenizar a situação.
Sobre a guerra: Cada um acredita no q quer, tipow, se um líder chama o 1 pra guerra, ele vai, se chama o 2, ele não vai, e é preso. Foi uma opção dele. Eu, por exemplo, iria, não por vontade de matar gente q não me fez mal, mas sem sentido algum, pq a vida não tem sentido…
Aberto a criticas…
Preciso comentar?
acho que vc(Panthro Samah) não entendeu, ele n quis dizer que pobres sejam gente ruim… para isso existem as vírgulas que ele utilizou okas?
CONTINUA ENTÃO COM SEUS POLÍTICOS DE MERDA !!
ELES LUTARAM PELA INDEPENDENCIA DELES, LUTARAM CONTRA A ESCRAVIDAO….
SEMPRE LUTAREM PARA CONQUISTAR O QUE TÊM HOJE!!
NÃO É CERTO ESSE RADICAIS RELIGIOSOS, POR INVEJA E INTOLERANCIA, FAZEREM ATENTADOS CONTRA ELES.
ESTÃO CERTOS EM ELIMINAR ESSE EXTREMISTAS RELIGIOSOS. OS CIVIS NORMAIS TEM QUE PAGAR O PATO? SIM! POIS ELES MANTEM ESSES RATOS NO PODER DE SEUS PAISES.
TENHO DITO!
Me corrijam se eu estiver errado.
Puts cara… acorda pra vida.
Sobre a discussão, acho que os americanos são uns lixos mesmo, porém a questão do patriotismo é muito necessária, coisa que não existe no Brasil.
porém..uma coisa eu tenho q invejar naqueles desgraçados..o patriotismo..
acho q se nós,brasileiros..fôssemos pelo menos um pouco mais patriotas..nosso país seria um pouquinho melhor.. o/
pelo amor de deus EUA..sai do Iraque !!
Until the philosophy which hold one race
Superior and another inferior
is finally and permanently discredited and abandoned
Everywhere is war, me say war.
That until there are no longer first class
and second class citizens af any nation
Until the color of a man’s skin
is of no more significance than the color of his eyes
Me say war.
That until the basic human rights are equally
guaranteed to all, without regard to race
Dis a war.
That until that day
the dream of lasting peace, world citizenship
rule of international morality
will remain in but a fleeting illusion
to be pursued, but never attained
Now everywhere is war, war.
And until the ignoble and unhappy regimes
that hold our brothers in Angola, in Mozambique,
South Africa sub-human bondage
have been toppled, utterly destroyed
Well, everywhere is war, me say war.
War in the east, war in the west
war up north, war down south
war, war, rumours of war.
And until that day, the Efrican continent
will not know peace, we Africans will fight
we find it necessary and we know we shall win
as we are confident in the victory.
Of good over evil, good over evil, good over evil
Good over evil, good over evil, good ever evil.
E sim, patrionismo é necessário, sem ele não teriamos paises nem nada.
Mas o casa dos EUA é algo tão extremo que jpa está virando fanatismo!
Brasil em ingles eh BraZil…
“moro aqui faz 8 anos…”cara morando 8 anos num lugar onde vc quase nao usa a linguagem de seu pais…vc perde o costume e esquece algumas coisas…
e alias…ela ainda escreve melhor que alguns brasileiros que passam a vida toda aki no brasil…
eu penso o seguinte..
“o ser humano é o animal mais manipulador conhecido pelo homem”
tanto voce pode estar errado,quanto eu posso estar,tanto quanto qualquer outra pessoa pode estar….
“inteligencia,não eh quanto conhecimento voce possui,inteligencia,se trata de como voce admnistra esse conhecimento,e como voce aplica esse conhecimento…mesmo que seja um conhecimento limitado…”
como disse socrates
“só sei que nada sei”
o significado destra frase eh que,nao importando quanto voce saiba,voce nunca saberá tudo…
muitas escolas no brasil não avaliam os alunos pela inteligencia,mas sim pelo comportamento,conhecimento,etc..
as informações que foram passadas a qualquer um podem estar erradas…cabe a voce refletir sobre o assunto e ter a noção de que pode estar errado…
aberto a criticas…
Cada país com seu regime e seu povo, não tem essa de ir “ajudar”, essa é a desculpa mais mal lavada do século ¬¬”
amigao,civil nao anda com uma AK-47 na mao…
civis sao mortos em favelas ou em qualquer lugar,isso se chama acidente…agora se voce acha que eles entram para matar civis,que saem metendo bala e descendo o cacete…azar o seu…
no world trade center tinha um bom numerozinho de civis tambem..voce nao acha nao??
Então vc é um puta dum preconceituoso, tudo q é visto com superficialidade e generalização é preconceito, pls galera, sejam inteligentes…
Americanos idiotas….fanaticos genocidas, se quisessem pegar o OSAMA..ja tinham pegado cara…
se vc eh idiota,eu nao sei…
mas eu nao me considero idiota pra fica falando “americanos idiotas”
voce mora em uma cidade,que se encontra em um estado,que se encontra em um pais(brasil),que por coincidencia se encontra na AMERICA LATINA ou AMERICA DO SUL
e o fato de quererem pegar o osama…cara voce acha que o iraque eh do tamanho de uma favela,uma cidade??
cara ele pode tar escondido ateh no japao!
ninguem sabe…tipo…ele ta escondido,ta ligado??
ele poderia ateh estar no E.U.A,ninguem sabe,se soubessem ja teriam pego…
aberto a comentarios e criticas…
O problema do Brasil é tão enraizado que vem desde beeeem antes da própria concepção do país….
Eu fui pra lá (eua) e sei como é ser tratado como desigual. Só me fez ter mais e mais orgulho do meu país, apesar de todos os problemas que temos, quem sai daqui vai pra fora e uma boa parte consegue se dar bem trabalhando…
Antes de tratar dos problemas dos outro e julgar americanos e seu patriotismo e seu envolvimento com o Iraque, temos que julgar o NOSSO país. Se vc compra teu baseadinho de traficantes champz, não tem o mínimo de vergonha na cara de reclamar desse país.
Pense nisso…
Ganhar premio nobel, hj em dia, esta facil !!!
Nao eh a toa q o ” Terrivel Saddam Hussein “, como foi dito, a pretesto de guerra. Foi um destes ganhadores, digo, nao ao premio Nobel ( desculpem ), porem outro em grande escala… (UNESCO). O da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura. Em prol a seus feitos no Iraque e no Oriente Medio. Fazendo-se seu pais, em epoca, um dos mais elevados em taxas de crescimento economico e variados ( Vasculhem fontes ).
Ops !! Enfim, nao estou aqi para defender uns e outros e nem aqele q foi ganhador do premio UNESCO. Saddan pagou ” o preco ” em meio ao mundo competitivo ( Pessoal isso e o q acho, (infelizmente, o achismo esta relacionado a pessoas, e estas estao e foram mortas etc..porem esse achismo e o unico pretesto q resta aos pobres mortais, da sociedade ” desenvolvida “, pois e a unica possibilidade q a historia nos proporciona.), ele teve seus gestos de fraquezas por seus propositos de elevar seu Pais em minimas diferencas CULTURAIS – grande problema do iraque -. ( Procurem as fontes )
Em meios a guerras, o mundo foi tangido. Isso demonstra relativamente a capacidade do humano em nao conseguir propor solucoes argumentativas inteligentes e partir logo, para disputa de seu EGO, como fazem os cachorros ou macacos..etc quando brigam com outros de mesma raca , na maioria das vezes por femea e comida.
E, inflezmente, a guerra existe, e sao poucos ( quase unicos ) aqueles, poucos humanos q fizeram ao contrario, ou seja, defenderam seus intereses sem partir ou dar apoio a luta e competicao animal, afinal somos seres racionais….Talvez Gandih , seja um bom exemplo.
E aos poucos os meios de ataque estam se evoluindo….ao inves de ajirmos por meio apenas da mortificacao ( repreesao, estrupo, bombardeio…) da especie, esta havendo, outras formas de dimuir o adversario…como a imprensa eo Markenting, O Cinema….e talvez a idolatria a patria…sendo assim o ganho economico tambem cresce. Estas praticas estao sendo, em suas maiorias, a paises desenvolvidos, pq estes, ja passaram pelas etapas ” anteriores “.
O pessoal desculpem pelas faltas de ascentos. Escrevo em teclado Ingles..
Ah qué sabe…foda-se,se quiseh aprende alguma coisa da uma lida em todos os comentarios…nao vo fika repitindo tudo que eu falo pra cada sensacionalista que entra aki….
ninguém não há os crimes de guerra estadunidense, mas falando do ponto de vista FOTOGRÁFICO são belas imagens
quem quiser confira umas fotos minhas em http://www.flickr.com/photos/pedrolacerda2009
E como as “nacoes UNIDAS”, iriam arcar com a industria ibelica ??
O E.U.A e o maior produtor de ” armas ” do MUNDO……seria um enorme recessao neh ?
( Lembrando que o “povim” Estadudinense, estao todos dormindo, essas afirmacoes de maior democracia mundial he markenting. Pois o que pesa sao os Magnatas industriais, que nos Povao e os povim, nao houvem falar. Sao estes q definem o q o Bush ou Obama fala ou “ate mesmo eles” -.
…COM UM DEUS COMO ESSE EU NÃO PRECISO DE CAPETA…
Engraçado ver os caras se matando por causa de orgulho e tudo mais…
Parecem crianças… O MEU É MAIOR!! MAIS BONITO! MEU PAI VAI BATER NO TEU!
Quem fica com discurso de que outro país é isso ou aquilo, é porque não consegue olhar para o próprio umbigo de vez em quando. Filosofia de boteco é fácil…
se vc nao entendeu o que eu quis dizer da uma lida no comentario que fiz ali pra cima…fmz champz?
http://www.cogumelolouco.com/7-anos-de-guerra-no-iraque-70-fotos/#comment-31772
A flor ainda é mais forte que o canhão
A flor ainda e mais forte que o canhao..
Forca em sua caminhada
2 Trilhões de Dolares desperdiçados. E muita Merda pra limpar.
Os E.U.A mais uma fez, provando que NÂO são os donos do mundo, como eles mesmo pensam.
ta mas isso nao vem ao caso.
lot of peace for u brazilians and foreigners!
“vocês não mostraram aqui por que?”
E você está culpando o blog de não mostrar as fotos porquê? se quer tanto divulgá-las crie seu blog e divulgue-as!
Agradeço ao cogumelo por nos trazer essas fotos…caso o Azarias queira nos mostrar mais lados da guerra sinta-se a vontade de divulgar seu blog para que assim eu possa observar seu ponto de vista e ver se este faz então algum sentido para mim.
Um dia eu vou para esse país maravilhoso, defender essa nação maravilhosa. Pois no Brasil como nação eu não encontrei o que queria (valores e patriotismo), mas mesmo assim eu amo o Brasil porque no Brasil tem muita gente de valor/honra/caráter, e amo os Estados Unidos também.
Saddam Hussein matou mais pessoas em tempo de paz no seu próprio país do que a guerra matou até agora.
Isso esta certo e também errado…
eh verdade,pois,em muitos casos,a melhor solução eh uma prevenção,uma melhor educação,etc e tals…
Porem axo que Violencia não se resolve apenas com violencia,mas com o medo,impondo respeito…
isso mesmo,tolerancia zero…
observe outros paises em que por exemplo os e.u.a…
lá voce dirige com 16 anos se nao me engano,na europa alguns paises nao possuem limite de velocidade em rodovias(ou possuem um limite mais elevado)
e mesmo assim esses tipos de paises,sofrem menos com acidentes de carros,mortes no transito do que o brasil…
acompanhe cmg…
2 pessoas dirigem 2 carros de um mesmo modelo,em uma mesma estrada…
porem 1 dessas pessoas dirige um carro com airbags,sinto de segurança,e todos equipamentos de segurança conhecidos…
entretanto,a outra,dirige um carro sem sinto,sem airbag,e com uma adaga presa no volante e apontada na direção do pescoço…
qual dessas 2 pessoas irá dirigir com mais cuidado????
(vale a pena lembrar que usei este exemplo apenas para chamar atenção,nao sou nenhum louco,maniaco por dor ou suicidios..)]
o brasil sofre com problemas que seriam solucionados apenas corrigindo fatos que influenciam na formação das pessoas,com melhor educação,e principalmente sem frescuragem…
entra numa escola,fala pra escola inteira durante meia hora,sobre o que acontece com quem bebe e dirige,as multas que essa pessoa pode sofrer e tals..
ou…voce entra e mostra uma imagem de uma pessoa deformada por um acidente,e fala “nao querem ficar iguais,tomem cuidado”e entao explique algumas coisas sobre as leis e etc…
aberto a criticas….
porem,se vier criticar sobre os exemplos que usei,lembre-se de que o que importa nao são as palavras,ou os fatos,mas sim a ideia representada por elas…
“Democracia Terrorista: um histórico do imperialismo dos EUA”
Os Estados Unidos da América, desde sua fundação, têm defendido a liberdade e a democracia, defendido esse sistema político no seu país e no mundo, principalmente quando se coloca como o maior exemplo de democracia do mundo. Seu sistema democrático divide a eleição em duas partes, uma direta e outra indireta, possuindo entraves burocráticos que permitem o controle do resultado final das eleições pelo processo de voto indireto, por meio do chamado Colégio Eleitoral. Este órgão foi criado em 1787, logo após a independência, juntamente com a constituição, para evitar que a escolha do presidente ficasse à mercê do voto popular direto, garantindo o controle do poder pela elite política do país, que temia novas revoltas sociais como a de Shays. Para manter o caráter democrático, as eleições diretas têm de acontecer e elas ocorrem, mas o Colégio Eleitoral é quem dá a última palavra. O caso mais recente de problemas que essa forma de democracia provocou foi a crise gerada pela eleição de George W. Bush, vitorioso sobre Al Gore, respectivamente dos partidos Republicano e Democrata.
A estrutura partidária também é bastante burocrática, permitindo que por mais de dois séculos esses dois partidos se alternem no poder sem dar oportunidade a nenhum outro grupo político. Logicamente esses dois partidos foram o resultado da divisão do poder entre as duas tendências do grupo de líderes políticos que declarou a independência norte-americana, fez a constituição dos EUA e criou a estrutura eleitoral, incluindo o Colégio Eleitoral e a parte das eleições que são indiretas, além de outras regras que dificultam a ascensão de novos partidos. Tudo isso para que essa elite nunca mais saísse do poder e evitasse que outros grupos políticos pudessem vir a crescer e dominar a vida política da nação.
Os EUA sempre foram o maior defensor da democracia e da liberdade de expressão, pregando a luta pela autodeterminação dos povos. Mas, na prática, têm um currículo invejável de atrocidades, guerras, conquistas, intervenções e ocupações militares, e ainda, a manutenção de governos ditatoriais ‘fantoches’ no mundo todo, financiando ou armando grupos políticos que representem seus interesses no país em questão.
A própria formação do território norte-americano está manchada do sangue de 1 milhão de indígenas de diferentes tribos (creeks, choctaws, cherokees, sioux, apaches, chiekasaws, seminolas), todas consideradas ‘inferiores’, que foram expulsas de suas terras e simplesmente exterminados. A ‘Doutrina do Destino Manifesto’ justificava essa “carga” ao homem branco norte-americano: civilizar outros povos, em especial os chamados povos bárbaros, como os indígenas. As guerras expansionistas começaram com a invasão da Flórida ocidental em 1812 (totalmente anexada em 1819), numa guerra envolvendo a Espanha e sua aliada, a Inglaterra, que voltou a ser enfrentada em 1814 numa disputa por territórios ao norte. Em uma grande guerra iniciada em 1845 e prorrogada de 1847 a 1848, contra o México, os Estados Unidos tomaram metade do território mexicano, localizado onde hoje estão os estados do Texas, Califórnia, Novo México, Arizona, Nevada, Utah e partes do Colorado, Kansas e Oklahoma. Não é à toa que o presidente mexicano Porfírio Díaz declarou: “Pobre México! Tão longe de Deus e tão perto dos Estados Unidos”.
Em 1867, os EUA adquiriram e anexaram o Alaska. Em 1869 invadiram as Ilhas Midway e em 1887 ocuparam Pearl Harbor. Em 1898 os EUA anexaram o Havaí, ocuparam militarmente Cuba, Porto Rico e Guam (estes dois últimos anexados) e invadiram as Filipinas (onde morreram 100 mil filipinos) após uma grande guerra imperialista contra a Espanha na qual os estadunidenses saíram vitoriosos e transformaram as Filipinas em colônia. Em 1899 ocuparam o arquipélago de Samoa. Em 1916 os EUA anexaram as Ilhas Virgens.
A doutrina Monroe (1823), ‘a América para os americanos’, serviria de justificativa para centenas de intervenções na América Latina. No final do mesmo século e no início do séc. XX, a América Central começaria a sofrer cada vez mais com o imperialismo estadunidense, que considerava esta região seu quintal e ali interviria cada vez mais freqüentemente.
Entre 1898 e 1901 os EUA ocupam a ilha cubana e a partir de 1901 impõem um protetorado sobre Cuba, que incluía a ocupação militar da ilha e a construção de uma base naval ao sul de Guantánamo. Até a nova constituição cubana autorizava a intervenção militar estadunidense no país, através da Emenda Platt de 1901. Na ilha cubana os EUA mantiveram seu domínio com governos fantoches entre 1901 e 1906, de 1909 a 1917, entre 1924 e 1933 e foi governada pelo ditador Fungêncio Batista de 1934 até 1944 e de 1952 até 1959, alternado por outros governos fantoches. Entre os períodos onde Cuba foi governada por representantes diretos dos interesses dos Estados Unidos, a ilha foi invadida e ocupada por tropas estadunidenses (1906-1909, 1912, 1917, 1921-1923, 1933).
O domínio estadunidense na ilha cubana só acabou com a Revolução de 1959 e o posterior alinhamento de Cuba com os soviéticos (1961), mas, mesmo assim, os EUA deram apoio a diversos grupos de oposição ao governo cubano, chegando a organizar o desembarque na Baia de Porcos, para onde enviou rebeldes cubanos e agentes da CIA para tentarem depor Fidel Castro. Entre 1959 e 1966 a CIA chegou a organizar 24 planos diferentes para assassinar Fidel Castro, desses 8 foram levados adiante mas fracassaram. Através do seu serviço secreto, os EUA introduziram em Cuba diversas doenças e pragas até então desconhecidas na ilha como peste suína africana, praga de arroz, doença de Newcastle em aves, carvão e ferrugem da cana-de-açúcar, mofo azul do tabaco, ferrugem do café, conjuntivite hemorrágica e dengue.
Os EUA fomentaram o separatismo na província do Panamá, até então território da Colômbia, onde queriam construir um canal ligando o Atlântico ao Pacífico. Em 1903 ocupam o recém-criado território panamenho para construir ali o Canal do Panamá, tomando parte do território deste país (a zona do canal). O presidente dos EUA, Theodore Roosevelt, o ‘fundador’ deste país declarou apenas: “Eu tomei o Panamá”. O Panamá seria ocupado até 1918, quando os EUA interviram novamente no país. As tropas estadunidenses só sairiam em 1999, tendo intervindo militarmente no país em outras situações como 1923, 1964 e 1989. Mais recentemente o Panamá foi governado por ditaduras militares pró-EUA de 1968 a 1981 e de 1983 a 1989.
Em 1903, ocorre a primeira intervenção estadunidense na República Dominicana (na época São Domingos). A República Dominicana é ocupada pelos exércitos estadunidenses em 1905 e novamente entre 1916 e 1924, sendo que de 1905 até 1941 foi, na prática, uma colônia estadunidense, num período em que os EUA recolheram os impostos do país para si. Foi governada pelo ditador Rafael Trujillo de 1930 a 1960, representante dos interesses estadunidenses. Outras ditaduras financiadas pelos EUA governaram o país de 1960-61 e 1963-1965. A ilha foi invadida em 1965 por tropas da OEA (Organização dos Estados Americanos) lideradas por 22 mil soldados dos Estados unidos e uma nova ditadura pró-EUA foi implantada entre 1965 e 1978. Ainda em 1903 os EUA invadiram Honduras pela primeira vez em nome das companhias norte-americanas exportadoras de frutas como a United Brands e a United Fruit Co., que até hoje controlam o país, fato que lhe rendeu o apelido de “República das Bananas”, depois estendido a outros países da região.
O Haiti foi ocupado por tropas norte-americanas em 1914 e esse domínio continuou até 1936, passando posteriormente por governos fantoches que incluíram ditaduras entre 1946 e 1950, de 1956 até 1986 e de 1987-1990. Em 1991 os EUA voltaram a intervir no país e em 1994 o Haiti foi novamente invadido por tropas estadunidenses, que colocaram um novo governo no poder.
Na Guatemala, os EUA apoiaram governos fantoches de 1906 até 1944. Derrubaram governos democráticos e implantaram ditaduras militares com intervenções militares em 1954, durando até a 1965, e novamente de 1970 a 1985. Durante essas ditaduras fortemente repressoras, o país passou por grandes conflitos internos entre o governo ditatorial pró-EUA e terroristas de direita, de um lado, e guerrilheiros de esquerda do outro, numa verdadeira guerra civil. Teve como trágico resultado cerca de 120 mil mortos, a maior parte civis ou membros da oposição.
Tropas norte-americanas invadiram a Nicarágua em 1909 e novamente em 1912. Entre 1912 e 1933 a Nicarágua foi uma colônia norte-americana, constantemente ocupada pelos marines. Um pequeno grupo de oposição formado por camponeses lutava contra a ocupação, liderados por Sandino. Após este período, os EUA entregaram o governo do país para a família Somoza, que governou o país com uma forte e opressora ditadura de 1936 a 1979, sempre representando os interesses estadunidenses no país. A pedido do embaixador norte-americano, Sandino foi assassinado durante o que deveria ser uma reunião para negociações de paz em Manágua. Graças ao apoio estadunidense e a corrupção generalizada, a família Somoza construiu uma fortuna de mais de um bilhão de dólares, sendo proprietária, direta ou indiretamente de quase todas as terras do país.
O domínio estadunidense no país se estende até 1979, quando o novo governo, formado por sandinistas, tentou implantar um regime de tendências socialistas. Mas os EUA financiaram guerrilheiros anti-sandinistas (os chamados ‘contras’), que juntamente com o embargo norte-americano, arrasaram a economia do país e permitiram a subida ao poder de um governo pró-EUA em 1990, após a morte de mais de 30 mil nicaragüenses. A Nicarágua chegou a apelar para o Tribunal Penal Internacional contra a atitude norte-americana, onde venceu, mas os EUA não aceitaram acabar com o crime contra esse país, nem pagar as indenizações que o tribunal lhe impusera. Posteriormente a Nicarágua pediu à ONU que votasse uma determinação para que todos os países respeitassem o direito internacional e o princípio de autodeterminação dos povos, mas os EUA vetaram.
El Salvador passou por ditaduras de direita apoiadas pelos EUA entre 1931 e 1944, de 1960 a 1967, de 1969 até 1979. Durante essas ditaduras o país passou por intensos conflitos sociais e uma verdadeira guerra civil entre guerrilheiros de esquerda e de direita. Estes últimos, conhecidos pelo apelido de “O Batalhão”, apoiados pelo governo e pelos EUA, foram responsáveis por alguns dos mais violentos massacres da América Latina, não poupando velhos nem crianças. Muitas vezes os membros da oposição eram presos pelo “batalhão”, torturados e depois arrastados pelas ruas da cidade até que toda a carne se desprendesse dos ossos. Os EUA chegaram a invadir o país em 1979 para ‘regularizar a situação’ e colocar no poder uma nova ditadura, extremamente repressora, nos anos seguintes (1980-82) mas permitindo que o mesmo grupo permanecesse no poder até 1994. Estes longos conflitos , mais intensos no final dos anos 70 e início dos 80, resultaram em mais de 60 mil mortos, a maior parte da oposição.
Em 1980, os EUA apoiaram a ascensão de uma ditadura no Suriname. Em 1983 os Estados Unidos invadiram a ilha de Granada para depor um governo de esquerda que contrariava os seus interesses, implantando um governo pró-EUA.
No México, os EUA realizaram outra intervenção militar em 1914, dando suporte para a ascensão de governos autoritários, que formariam nos anos 20 o Partido Revolucionário Institucional (PRI), passando a governar o México com um governo de partido único, mas de fachada democrática, sempre apoiado pelos EUA. Este grupo político permaneceu no poder até o ano 2000. Como resultado, hoje os EUA comandam praticamente toda a economia mexicana, em especial os recursos naturais, como minerais metálicos e o petróleo, sendo que 95% das exportações de petróleo mexicano, hoje, vão para os EUA.
Na Venezuela, um grande produtor de petróleo já no início do séc. XX, os EUA financiaram ditaduras como a de Juan V. Gomez, que escancarou as portas da economia venezuelana para as empresas petrolíferas norte-americanas de 1908 até sua morte em 1935. Os EUA mantiveram outras ditaduras no país de 1936 a 1945 e de 1949 até 1958.
Durante toda a Guerra Fria os EUA financiaram diversas ditaduras no mundo, mas principalmente no seu quintal: a América Latina. Além das já citadas na América Central, temos na América do Sul governos fantoches ‘democráticos’ que reprimiram violentamente toda forma de oposição, mas principalmente movimentos de esquerda na Colômbia e na Venezuela (principalmente após os anos 60). Temos também ditaduras implantadas com apoio dos EUA no Equador, (1963-1968 e 1972-1979), no Peru (1968-1980 e 1992-2001) e no Uruguai (1972-1984). Na Bolívia foram vários golpes e governos ditatoriais nos períodos de 1952-1964, 1965-1966, 1969-1970 e 1971-1982. No Paraguai, além da ditadura de direita apoiada pelos Estados Unidos de 1940 a 1947, o General Stroessner ficou no poder de 1954 até 1989, uma das mais longas ditaduras militares da história.
No Chile, após um curto governo de tendências socialistas, formado pelos social-democratas e socialistas chilenos, que nacionalizou as minas de cobre, o presidente Allende foi morto no sangrento golpe de 11 de Setembro de 1973, organizado pela própria CIA e com participação de marines norte-americanos, onde até o palácio presidencial La Moneda e a residência do presidente Allende foram bombardeados. Este golpe marca o início de uma violenta ditadura liderada por Pinochet que durou até 1990, sustentado pelos escusos interesses estadunidenses.
Na Argentina (1966-1973 e 1976-1984), da mesma forma, os militares que dirigiram o país foram responsáveis por milhares de desaparecimentos políticos, casos de torturas, estupros, assassinatos e espancamentos, contabilizando um total de mais de 35 mil mortos, em nome da “defesa da democracia”.
No Brasil, após um curto governo nacionalista, que tentou fazer uma tímida reforma agrária e algumas nacionalizações, foi organizado um golpe militar em 1964, também com participação e supervisão da CIA, do Departamento de Informação do Pentágono (Cel. Vermon Walters), da embaixada dos EUA ( embaixador Lincoln Gordon) e de apoio militar estratégico dos EUA (na operação Brother Sam), que chegaram a enviar um porta-aviões (o Forrestal), um porta-helicópteros, 6 destróieres, esquadrilhas de caças, petroleiros e 100 toneladas de armas leves para apoiar o golpe. Caso a população resistisse ao golpe, as tropas estadunidenses desembarcariam no país. A ditadura militar no Brasil durou até 1984, mas somente em 1989 voltaram a ocorrer eleições diretas.
A repressão e perseguição política, o fim da liberdade de expressão, a censura, além de prisões arbitrárias, desaparecimento de opositores, espancamentos e assassinatos foram comuns em todas as ditaduras militares implantadas com apoio dos EUA na América Latina, lembrando ainda que as técnicas de tortura empregadas foram das mais violentas e cruéis, muitas delas desenvolvidas inicialmente por militares estadunidenses e aprimoradas pelos militares latino-americanos que receberam treinamento na Escola Superior de Guerra dos EUA ou na sua filial, a Escola Superior de Guerra do Panamá. Essas técnicas incluíam afogamentos, choques elétricos e mutilação de órgãos genitais, mutilação provocada por mordidas de animais como cães e roedores, estupros dos mais violentos, queimaduras de áreas sensíveis com fogo e ácidos e até mesmo esquartejamentos.
Os EUA sempre atuaram em várias partes do mundo, todas as vezes que uma ‘ameaça externa’ podia ser usada como justificativa para apoiar grupos pró-EUA interessados pelo poder e sem escrúpulos, criando governos corruptos, ditatoriais e sanguinários. Ou ainda, essa ‘ameaça à segurança nacional’ era usada para justificar guerras e invasões. Corporações norte-americanas apoiaram a ascensão do fascismo na Europa, como o regime fascista espanhol, ou o nazismo na Alemanha e Áustria, pelo medo da ‘ameaça comunista’. Quando os interesses mudaram, se uniram à URSS para destruir a ‘ameaça nazista’ e o ‘imperialismo fascista’ japonês, cometendo inúmeras atrocidades durante a II Guerra Mundial, como a morte de 300 mil civis (1945) em grandes cidades no sul da Alemanha, como Colônia, bombardeadas incessantemente com Napalm (bombas incendiárias). Ou ainda a morte de quase 300 mil japoneses com os ataques nucleares em Hiroshima e Nagasaki, apenas para terminar a guerra antes que o Japão se rendesse e antes que os soviéticos ocupassem os territórios japoneses da Manchúria (norte da China) e da Coréia. Além disso, teve a clara função de mostrar a força da nova potência hegemônica para o mundo e principalmente para a União Soviética.
O Japão e a Alemanha foram desmilitarizados e ocupados. Até hoje as tropas norte-americanas ocupam bases no Japão e Coréia do Sul, além de manter exércitos em toda a Europa Ocidental, inclusive na Alemanha, através da OTAN.
O socialismo volta a ser a grande ‘ameaça’ após a II Guerra Mundial e os EUA iriam se envolver em novas disputas na Europa (guerra civil na Grécia em 1946, divisão da Alemanha de 1946-48) e em novos conflitos, como a Guerra da Coréia (1950-1953), quando foram mortas mais 3 milhões de pessoas, sendo a maior parte civis. Nesta guerra, os EUA jogaram cerca de 3 bombas para cada habitante da Coréia, fazendo uso de armas químicas e biológicas em grande quantidade (incluindo a hoje famosa bactéria Antraz) resultando em cidades inteiramente devastadas como Pyongyang (Coréia do Norte).
Nos anos 50 os EUA apoiaram a reocupação francesa da antiga colônia da Indochina e a luta contra os ‘rebeldes’ socialistas. Em 1962 os EUA começam a apoiar militarmente os capitalistas do Vietnã do Sul na luta contra os socialistas do Vietnã do Norte. Em 1964 invadem o Vietnã, só se retirando em 1972, deixando um saldo de dois milhões de mortos (sendo 1,95 milhões de vietnamitas). A guerra provocou até mudanças na geografia física do Vietnã ao eliminar florestas inteiras, desfolhadas com armas químicas como o Agente Laranja, ou incendiadas por Napalm II (versão melhorada do Napalm, que não apaga com água e queima até os ossos), ou pelas toneladas e toneladas de bombas que os EUA despejavam diariamente no país e em vizinhos como Camboja e Laos (os EUA jogaram mais bombas contra o Vietnã do que todas as usadas por todos os lados em luta na II Guerra Mundial). Neste processo de genocídio indiscriminado, mais de 70% das vilas do Vietnã do Norte foram destruídas.
A violência dos soldados estadunidenses é até hoje camuflada pelo governo dos EUA, existindo relatos dos próprios soldados de que eram comuns a tortura, espancamentos, estupros, a mutilação e decapitação de prisioneiros, além do massacre de vilas inteiras, incluindo mulheres, crianças e velhos por supostamente terem dado apoio aos vietcongs (guerrilheiros socialistas do Vietnã do Norte). Dentre os relatos mais estarrecedores, estão os dos soldados norte-americanos que colecionavam orelhas de vietcongs, o que era algo comum em alguns agrupamentos pequenos e uma prática generalizada em grupos maiores como a 173ª Brigada Aerotransportada e os 1º e 14º batalhões da 3ª Brigada da 25ª Divisão de Infantaria, onde o soldado que tivesse mais orelhas bebia toda cerveja e uísque que conseguisse beber no acampamento, sendo considerado “o número 1” do batalhão.
Ainda no continente asiático, os EUA ajudaram a implantar e manter o governo do ditador Suharto na Indonésia (1966-1998), com um golpe militar sangrento (1966) que levou ao poder um governo que matou mais de meio milhão de pessoas, massacrando todas as formas de oposição dentro do país. Ajudaram a colocar no poder o ditador Ferdinando Marcos, nas Filipinas, que governou o país com mão de ferro e muita corrupção de 1965 a 1986, quando fugiu para os EUA com uma fortuna pessoal avaliada em 2 bilhões de dólares. Na Tailândia, os Estados Unidos ainda apoiaram uma ditadura de 1977 a 1983. No Paquistão, sustentaram governos ditatoriais de 1977 a 1988 e apoiaram a ascensão de uma nova ditadura militar em 1990, que dura até os dias de hoje.
Na África, os Estados Unidos deram apoio a regimes ditatoriais extremamente violentos como o Apartheid na África do Sul (1948-1994), e ainda financiaram diversos grupos terroristas, chamados sempre de ‘paramilitares’ para combater grupos e movimentos socialistas. No Congo (ex-Zaire e atual Rep. Democrática do Congo), os Estados Unidos ajudaram a implantar a violenta ditadura de Mobutu em 1965, mantendo-o no poder até 1997 e transformando o Congo em um país arrasado por lutas e disputas internas entre diversos grupos rivais.
Outras ditaduras de direita no continente africano foram financiadas pelos Estados Unidos, como na Libéria (1979-1990, em Malaví (1964-1994) e na Nigéria (1984-1998), ou no Quênia, onde o governo implantado em 1979 permanece no poder até hoje. Os EUA ainda interviram na Etiópia, onde patrocinaram a independência da província de Eritréia (1991), localizada em uma região estratégica do “chifre da África”, banhada pelo Mar Vermelho e financiaram guerrilheiros para lutarem contra o governo etíope, quando este se aproximou mais da URSS.
Na Argélia os norte-americanos têm apoiado um violento governo formado por militares. Implantado com um golpe militar em 1992, após a vitória dos islâmicos nas eleições diretas, acabou por gerar uma sangrenta guerra civil entre o governo e os islâmicos radicais, que já deixou mais de 100 mil mortos.
Em Angola os EUA financiaram o grupo guerrilheiro de direita Unita, desde os anos 70, em luta contra os socialistas e nacionalistas, mergulhando o país numa violenta guerra civil que prossegue até hoje e transformando Angola num dos países com o maior número de minas terrestres ainda ativas do mundo.
Em Moçambique o mesmo processo se repetiu e os EUA financiaram o grupo guerrilheiro Renamo, contra a tentativa da Frente de Libertação de Moçambique de formar um governo socialista no país. Outros grupos guerrilheiros e terroristas de direita foram financiados, treinados e armados pelos Estados Unidos para lutar contra grupos socialistas ou pró-URSS em Guiné-Bissau, Marrocos, Argélia, Ruanda, Etiópia, Sudão, Somália, Namíbia, Congo e Serra Leoa. Estas intervenções nestes países transformaram alguns deles nos mais pobres do mundo, como Serra Leoa, que após duas décadas de Guerra Civil, tem a pior taxa de expectativa de vida do mundo (36 anos) e o pior IDH do mundo.
Nesta segunda metade do Século XX, os EUA mantiveram regimes fantoches em diversos países como no seu tradicional aliado, o Irã do xá Reza Pahlevi. O xá Pahlevi governou de 1941 até 1979, quando foi deposto pelo aiatolá Khomeini, que era contra os EUA e implantou uma república islâmica.
Os EUA apoiaram a subida de Saddam Hussein ao poder em 1979 e jogaram o Iraque contra o Irã numa guerra de oito anos (1980-88), a guerra Irã-Iraque, onde as armas norte-americanas transformaram o Iraque numa potência local. Mas como toda guerra é um grande negócio, os EUA vendiam armas secretamente ao Irã, de onde conseguiam dinheiro sujo para financiar os ‘contras’ na Nicarágua. Após 8 anos de conflitos sangrentos, o resultado foram mais de 600 mil mortos e 1 milhão de feridos.
Quando, em 1990, o aliado Saddan Hussein, invade o Kuwait, um dos maiores fornecedores de petróleo dos EUA, deixa de ser um aliado e se torna um inimigo ‘perigoso’, sendo rapidamente demonizado pela mídia estadunidense. O Iraque foi atacado por uma coalizão de aliados dos EUA (1991) autorizados pela ONU, onde morreram cerca de 200 mil iraquianos, sendo cerca de metade deles civis (os chamados “efeitos colaterais” das armas de “precisão cirúrgica”). Após 1991 os EUA criaram 2 zonas de exclusão aérea no território Iraquiano, para ‘proteger’ minorias locais como os curdos e xiitas. Mas os EUA continuam a bombardear o Iraque até hoje, quase que semanalmente (inclusive alvos civis como pontes, estradas, depósitos de alimentos), por desrespeitar suas imposições como as zonas de exclusão aérea, onde só aviões dos EUA podem voar (que diferentemente do que a mídia divulga, nunca foram aprovadas pela ONU). Até hoje os iraquianos sentem os efeitos nocivos das bombas e mísseis de Urânio empobrecido, que os EUA usaram na guerra, causando incontáveis casos de câncer e leucemia na região, tendo contaminado até soldados estadunidenses e ingleses, num total que ultrapassa 30 mil homens (que apenas passaram por lá). O embargo econômico ao Iraque, que os EUA mantém até hoje, já provocou cerca de 1 milhão de mortes por fome e doenças, sendo metade crianças.
Durante a Guerra do Afeganistão (1979-1989), na qual os soviéticos tentaram manter o frágil governo socialista ocupando o país, os EUA financiaram, armaram e treinaram grupos guerrilheiros islâmicos anti-soviéticos, os mujahidin (de onde saíram grupos como o Taleban) ou grupos terroristas (como a Maktab al Khidmat, que se tornaria a rede Al’Kaida), mergulhando o Afeganistão numa guerra civil que devastou o país. Através de uma poderosa estrutura organizada pela CIA, (numa operação secreta dirigida pelo Gen. William Casey e por Zbigniev Brzezinski), grupos terroristas como a rede Al’Kaida recrutaram em mais de 30 países, cresceram e enriqueceram pelo apoio norte-americano dado até 1990. Neste ano o grupo se voltou contra seu criador, por ser contra a ocupação militar da Arábia Saudita pelos estadunidenses iniciada em 1990 e 1991 para a Guerra do Golfo, mas permanecendo no país até hoje.
Na Arábia Saudita e Kuwait, as tropas dos EUA que permanecem lá desde a Guerra do Golfo, dão sustentação a dois governos extremamente impopulares, ditatoriais e discriminatórios. Foi no modelo saudita e kuwaitiano de tratamento da população feminina que o Taleban havia se ‘inspirado’ para tratar as mulheres afegãs. Mas como a Arábia Saudita e o Kuwait vendem petróleo mais barato para os EUA, a mídia toma os devidos cuidados para não divulgar as formas de tratamento das mulheres nesses países. E para manter um governo impopular, num país onde 45% da população saudita está desempregada, enquanto os cerca de 7.000 príncipes e nobres da família real vivem no ‘paraíso’, somente com tropas de elite como as estadunidenses.
Os EUA apoiaram a ocupação dos territórios palestinos por Israel nas guerras de 1948-49, 1967 e de 1973. Também apoiaram a intervenção militar israelense na Guerra Civil do Líbano em 1982, onde supervisionaram a entrega dos campos de refugiados palestinos de Sabra e Chatila, às mãos de guerrilheiros maronitas, que massacraram mais de 3 mil prisioneiros (1982), sob tutela do atual dirigente de Israel, Ariel Sharon. Até hoje, os estadunidenses financiam o Estado sionista de Israel, na sua campanha de dominação e colonização dos territórios palestinos, onde este Estado tem massacrado sistematicamente o povo palestino, apesar de a ONU já ter aprovado determinações exigindo a retirada das tropas israelenses, desde as guerras de 1967 e 1973.
Em 1986, bombardearam a Líbia, pois esta estaria financiando o terrorismo, mas como efeito colateral ocorreram centenas de mortos e feridos civis. Invadiram a Somália em 1994, para defender a ‘liberdade do povo somaliano’, mas até hoje a liberdade não chegou para o povo, que continua oprimido e subjugado pela fome e pela miséria. Bombardearam os sérvios na guerra civil da ex-Iugoslávia entre 1994 e 1995, para ‘acabar com a guerra’, voltando a bombardear a Sérvia em 1999, alegando ‘lutar pela paz’ na província de Kosovo e matando cerca de 10 mil civis (os “efeitos colaterais” das armas de “precisão cirúrgica“ de sempre). Na guerra de Kosovo, as armas inteligentes estadunidenses acertaram até a embaixada chinesa em Belgrado, além de escolas, feiras, barragens hidrelétricas e hospitais. Em 1998 e 1999 os EUA bombardearam o Sudão e o Afeganistão alegando combater grupos terroristas, mas vitimando centenas de civis, mesmo usando apenas “armas inteligentes” e de “precisão cirúrgica”. Em 2001-2002, nos bombardeios contra o Afeganistão, as armas de “precisão cirúrgica” acertaram pontes, bairros residenciais, comboios de agricultores, delegacias de polícia, escolas, mesquitas e hospitais. Talvez a “precisão cirúrgica” de que eles tanto falam, seja porque ‘só acertam hospitais’… por isso precisão ‘cirúrgica’…
Em 2001 os EUA começaram a bombardear o Afeganistão (cerca de 6 a 8 mil civis mortos) e derrubam o governo Taleban alegando que o grupo defendia terroristas, o que justificou dar suporte para a ascensão de um novo governo que correspondesse aos seus interesses de construir gasodutos e oleodutos na região, para escoar o petróleo e gás natural da Ásia Central para o Índico. Esta guerra contra o terrorismo talvez seja uma das quais os interesses econômicos escusos estejam mais evidentes nos últimos tempos, já que os grupos econômicos que mais lucraram com ela são a indústria bélica e a indústria petrolífera, os dois grupos que financiaram a campanha eleitoral de Bush.
Entretanto, os Estados Unidos apoiaram, financiaram, treinaram e armaram movimentos guerrilheiros de direita ou grupos terroristas anti-soviéticos (muitos treinados pela própria CIA) em diversos países da América Latina e da África, como os já citados, ou ainda, no continente asiático, como no Iêmen, Afeganistão, Síria, Paquistão, Iraque, Irã, Líbano, Indonésia, Filipinas, Tailândia, Camboja, Vietnã e Laos.
Nos anos 90, os EUA começam a dar auxílio financeiro a movimentos guerrilheiros e terroristas na própria ex-URSS, como os separatistas islâmicos na Chechênia e Daguestão, ou a grupos guerrilheiros na ex-Iugoslávia, Bósnia, Croácia e Kosovo. Na Turquia, desde os anos 80, os EUA financiam a campanha genocida do governo turco contra a minoria separatista dos curdos, que já resultou em mais de 300 cidades destruídas e 2 milhões de refugiados (os mesmos curdos que os EUA se diz tão preocupado em defender no Iraque).
Também na década de 1990, os norte-americanos têm financiado o violento governo Colombiano além de grupos paramilitares de direita e mercenários, na luta contra as guerrilhas de esquerda na Colômbia, com a justificativa de combater o narcotráfico, apesar de os paramilitares e mercenários de direita já terem assumido sua ligação com o tráfico de drogas e serem responsáveis por 70% dos massacres ocorridos no país nos últimos anos. Vale lembrar ainda que os reais interesses são outros, já que o maior importador de drogas do mundo são os EUA e que, segundo economistas especialistas em mercados financeiros, algo em torno de 10 a 20% do dinheiro que movimenta as bolsas de valores norte-americanas hoje, vem da lavagem de dinheiro do narcotráfico. Além disso, os EUA são responsáveis por 99% das exportações legais de folhas de coca da Colômbia, e estão tentando manter seu controle monopólico sobre esse mercado.
Em decorrência desses inúmeros conflitos, guerras e intervenções, os Estados Unidos são o país que mais investe no setor bélico do mundo. Os gastos mundiais em armas, ou seja, as indústrias bélicas, movimentam cerca de 850 bilhões de dólares por ano, sendo que somente o orçamento militar dos EUA é de 340 bilhões. Além disso, os EUA são o maior vendedor de armas do mundo, responsável por metade das exportações mundiais. Só para uma comparação, poderosos setores industriais modernos como os de chips de computadores ou o setor farmacoquímico de remédios movimentam cerca de 150 e 200 bilhões de dólares, respectivamente, por ano no mundo todo.
Os EUA têm dificultado os tratados mundiais para banir armas químicas, rejeitaram um tratado internacional contra armas biológicas e boicotaram abertamente todas as tentativas da ONU e de organizações pela paz mundial de proibir a produção mundial de minas antipessoal, que matam mais de 30 mil e mutilam 1 milhão de pessoas por ano, no mundo todo, sendo mais da metade crianças. Na recente guerra contra o Afeganistão, os EUA despejaram toneladas de minas antipessoal sobre o país, usando grandes bombardeiros B-1. Ainda mais recentemente (Abril-2002), os EUA conseguiram destituir o brasileiro José Maurício Bustani da presidência da Opaq (Organização para Proscrição de Armas Químicas), porque este queria realmente fiscalizar e inspecionar as instalações iraquianas, de maneira séria, para permitir que o Iraque chegasse até a assinar o acordo de banimento de armas químicas. Ou seja, poderia acabar provando que este país não fabrica mais armas químicas, o que acabaria por retirar os últimos pretextos dos EUA para bombardear o país.
E, por fim, num dos mais recentes exemplos da “campanha de combate mundial ao Terror”, os Estados Unidos se uniram aos países que acusam de terroristas (Iraque, Síria, Líbia) para rejeitar a criação de uma Corte Penal Internacional para punir crimes contra a humanidade, crimes de guerra e terrorismo.
E apesar de tudo isso, os Estados Unidos são tidos como o maior exemplo de democracia do mundo…
Esta imagem de “democracia” é forte principalmente dentro do próprio país. Dois terços dos formadores de opinião (cientistas, jornalistas, professores) norte-americanos acreditam que os outros países do mundo os admiram pela liberdade e democracia. Após os atentados de 11 de setembro, até a liberdade individual que existia dentro dos EUA passou a ser restringida, sendo que atualmente está sendo institucionalizado o desrespeito aos direitos humanos, principalmente dos estrangeiros, permitindo a prisão sem processo, sem direito a recorrer e por tempo indeterminado de qualquer suspeito estrangeiro de ser terrorista, permitindo inclusive o julgamento e até a pena de morte realizados secretamente, sem direito a defesa e no mais absoluto sigilo. A luta contra o terror está terminando de corroer os direitos e instituições democráticas que existiam dentro do país. Já se fala até em oficializar a tortura.
No plano social ainda temos o fato de que a estrutura político-econômica mundial capitalista e a atual ordem de poder mundial, que os EUA tanto lutam para manter, inclusive com o uso da força contra os mais fracos, é um sistema econômico baseado na injustiça e na exploração, que só aumenta as desigualdades e a distância entre ricos e pobres. É um sistema que permite que mais 2 bilhões de pessoas vivam abaixo da linha de miséria, mais de 1 bilhão de pessoas passem fome no mundo e tenhamos a morte de 36 mil pessoas, de fome, por dia no mundo. Ou seja, os Estados Unidos mantém e lutam para manter um sistema político-econômico que mata por dia, 12 vezes mais que os 3.000 mortos dos atentados do World Trade Center, só que de fome! Pela lógica, os EUA deveriam investir 12 vezes mais na luta contra a fome e a miséria do que na luta contra o terrorismo que, aliás, eles próprios criaram. Ao invés disso aumentam ainda mais seus gastos com armas, aumentaram o orçamento militar em mais US$ 20 bilhões em 2002 e planejam aumentar ainda mais esses gastos (chamados de “investimentos”) em 2003.
Se o nosso sistema democrático, ou melhor, o que chamamos de “democracia”, permite a manutenção dessas desigualdades, dessas guerras, dessa miséria, dessa falta de liberdade, dessa opressão, permitindo o uso freqüente da força pelos grupos dominantes, além de milhares de mortes constantes, devemos reconsiderar se realmente vivemos numa democracia, se esse sistema é realmente democrático e, principalmente, se desejamos a manutenção desse sistema, que podemos observar que é extremamente cruel, frio e assassino. Mais ainda, devemos refletir sobre as alternativas que temos e lutar para tentar mudar esse sistema. Porque se sabemos de tudo isso, não concordamos, mas não fazemos absolutamente nada, não lutamos contra esse sistema, nem combatemos sua opressão, então somos coniventes e a conivência neste caso acaba nos tornando, também,
posta ai daonde vc tirou que vo analisa….
e sobre essas coisas de estorias sobre o serviço SECRETO….
se nao me engano,no history channel,passa uns documentarios,sobre ovnis,etcs,umas putaria do kct…
em que uns alienado ficam falando que num sei o que os e.u.a,a russia,tem projetos ultra secretos que investigam este tipo de assuntos e etc…
velho…o nome ja diz tudo…ULTRA SECRETOS…..
se são ultra secretos…como isso chegou ao conhecimento do publico…como chegou essa informação sobre isto:
“Entre 1959 e 1966 a CIA chegou a organizar 24 planos diferentes para assassinar Fidel Castro, desses 8 foram levados adiante mas fracassaram. Através do seu serviço secreto, os EUA introduziram em Cuba diversas doenças e pragas até então desconhecidas na ilha como peste suína africana, praga de arroz, doença de Newcastle em aves, carvão e ferrugem da cana-de-açúcar, mofo azul do tabaco, ferrugem do café, conjuntivite hemorrágica e dengue.”
cara,nao estou dizendo que eles nao fizeram isto…apenas que é improvavel,que se algo desse tipo foi feito,a informação foi liberada ao publico…
tem gente que alega na televisao que conhece projetos ultra secretos…1°esses tais “projetos ultra secretos..”são SECRETOS=informações extremamente confidenciais…2°se essas informações por algum motivo vazaram..e estas pessoas que alegam saber de projetos secretos estiverem certas,elas provavelmente estariam ou mortas ou presas…
mas nem vo comenta muito agora…passa o site q tu copiou que eu vo analisa direito isso….
PS:se for o site da igreja universal ou esses tipo de coisa nem passa…
fika vendo merda eu vo no orkut mesmo…